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Cultura
Belmonte
FOLCLORE BELMONTENSE

O folclore de Belmonte é bastante diversificado e tradicional. O povo por aqui leva a serio seus costumes. Passado de geração em geração, ainda hoje consegue-se manter as mesmas características de antigamente.

A satisfação e o entusiasmo com que os integrantes dos grupos folclóricos atuam é contagiante. A dramaturgia, a riqueza de detalhes das fantasias e o cuidado na preparação das apresentações são tratados de forma minuciosa, essa delicadeza tem um ar de competição, embora tudo não passe de uma brincadeira.

Quando é época de apresentações, nas ruas, não há quem não pare e se renda aos espetáculos folclóricos belmontenses. As crianças são as que mais se fascinam, movidas por um misto de curiosidade e medo, elas se divertem interagindo com show, imitando os atos, cantando as musicas, se escondendo das caretas, enfim, a encenação é tão envolvente que desperta a atenção de todos.

Os Negos, os netos de Ghandi, As Nagôs, O Boi Duro, são protagonistas que contam a nossa história e que faz a admiração dos espectadores. São características como essas que fazem a nossa originalidade. Por isso os belmontenses se orgulham tanto de ter nascido em Belmonte. Quando o filho dessa terra conta histórias desse povo, a lembrança traz à tona aquela emoção de criança. Pois qual é o filho de Belmonte, que nunca colocou uma caixa de papelão na cabeça e imitou o batuque dos tambores? TumTum –TumTumTum!

Religiosidade

..Apesar de ser uma cidade pequena, Belmonte, tem uma grande diversidade religiosa.
Congregações protestantes, vertentes do candoblé e o catolicismo são as mais dominantes no município.

Falar da religiosidade de Belmonte sem citar a padroeira Nossa Senhora do Carmo é impossível. Principalmente porque a cidade ficou conhecida em todo o extremo sul da Bahia pelos belíssimos festejos em sua homenagem. Todo ano em 16 de Julho é celebrado as missas e a prossisão que é acompanhada por romeiros e devotos de toda região.
Uma curiosidade interessante é a visita dos santos padroeiros vizinhos que viajam de suas cidades pra participar das comemorações.

Culinária

A Moqueca
Na culinária brasileira, arte mestiça, parte integrante da cultura original do nosso povo, a moqueca tem um lugar de real destaque.
À peixada trazida pelos portugueses somaram-se os ingredientes habituais da culinária africana, introduzidos pelos negros, aqui chegados na mais triste das condições, a de escravo. Eram eles que, na maioria das vezes, estavam à frente das cozinhas das casas-grandes, adaptando o comer europeu aos ingredientes aqui encontrados, e ao paladar vindo dos navios negreiros. Assim, o azeite de oliva juntou-se ao azeite de dendê; o branco leite de coco trouxe uma nota de doçura no contraste com a pimenta-de-cheiro da terra conquistada. A mandioca do índio veio enriquecer a receita, pois da sua farinha faz-se o pirão que acompanha o prato, complementando-o de maneira perfeita.
A moqueca deixou de ser um prato único, para ser a preparação de uma comida que, cozida em panela de barro, mistura estes temperos portugueses, africanos e indígenas e excita a imaginação de quem cria arte com os sabores. A moqueca é o manjar brasileiro por excelência.
Receita

Ingredientes:

180 g de peixe em posta
2 dentes de alho moídos
2 limões
160 g de cebola
160 g de tomate
4 ramos de coentro
120 ml de leite de coco
120 ml de azeite de dendê
Sal a gosto

Modo de Preparar:

Lave com limão as postas de peixe e tempere com sal, coentro, alho e limão. Corte cebola e o tomate e misture ao peixe. Arrume em um recipiente e adicione leite de coco e o azeite de dendê.
Deixe descansar por alguns minutos e coloque para cozinhar. Sirva acompanhada de arroz, farofa e pirão ou, se preferir, caruru ou vatapá. Rendimento: 6 porções

Pontos Turísticos

Belmonte possui atrativos naturais de uma uma beleza incomparável. Como exemplo disso, podemos citar o Rio jequitinhonha, a barra do Peso e as praias. Alguns desses atrativos chegam a ter uma beleza exótica, como é o caso da Praia do Sul, Praia do Mar Moreno e Praia do Garuzau. Essa particularidade se da devido ao encontro do Rio Jequitinhonha com o Oceano Atlantico que por desaguar tão perto dessas praias, ele as deixa com uma coloração barrenta.
E não é só a cor do mar que muda, o sabor tambem sofre influencia e perde uma quantidade considerável da salinidade. Em épocas de muita chuva o volume de agua do rio aumenta e deixa a agua do mar quase que doce.

Pontos Turísticos: Históricos

Belmonte dispõe de um patrimônio arquitetônico digno de visitação, pois são verdadeiros casarões com traços mouros evidenciados e estilos que se misturam, desde o colonial até o neo-gótico. A maioria construídos na época em que a economia cacaueira ia de vento em popa e os barões do cacau estavam imperando. São enormes mansões de deixar qualquer um boquiaberto. O centro de Belmonte abriga diversas dessas edificações, como a do antigo Sindicato Rural, construido no final do século XIX, a Prefeitura Municipal, do início do século XX e o Sobrado com mirante do antigo Hotel São Jorge - de três andares construído em 1897 com o brasão da Coroa Portuguesa - que oferece uma visão parcial da cidade, do rio Jequitinhonha e da mata atlantica.
Entre os monumentos da arquitetura religiosa destacam-se as igrejas Matriz de Nossa Senhora do Carmo, de 1765, e a de São Sebastião, de 1925. Vale a pena conhecer outros atrativos como o chafariz na praça da Bandeira, construido no inicio do século XVIII, todo em ferro fundido e importado de Glasgow, Escócia. Hoje situado na praça da Bandeira, é um dos patrimônios históricos da cidade. Antigamente seu local de origem era na praça São João, mas com a re-inauguração da praça da Bandeira na administração do Prefeito Jânio Natal, ele foi movido e restaurado. Algumas partes do chafariz já não existe mais, como uma garça que ficava na parte superior interna.
O Farol de Belmonte é um marco histórico da sinalização náutica brasileira. Este farol teve duas torres em três lugares diferentes, todas na margem direita do Jequitinhonha mas, devido ao intenso assoreamento do rio, a mudança do curso do rio e à expansão urbana, o mar recuou quase 2 km , e com isso aconteceu um fato inusitado: O farol que era na beira da praia, hoje está dentro da cidade, bem no centro. Por isso, se você se espantar em encontrar um farol no meio do município, não pense que o cara que colocou ele ali era burro.
A torre atual é do sistema Mitchel, com alcance de 18 milhas náuticas, inaugurada em 1901, foi encomendada na França, em 1892, à mesma metalúrgica que construiu a torre Eiffel. Uma curiosidade interessante é sobre a origem da vinda desse farol: Diz a lenda que o farol era para ser entregue na Belmonte de Portugal , mas o comandante do navio equivocou-se e entregou na Belmonte baiana e por ali ele ficou até hoje. Mas como lenda é lenda, a história oficial desmente esse fato.
Ainda existem lugares fantásticos pra serem visitados como o Guaiamum gigante e as Praças: Bandeira, Matriz, 13 de Maio e São Sebastião.

Turismo Gastronômico

A privilegiada localização entre o Oceano Atlantico e o Rio Jequitinhonha, aliada "A Herança" dos portugueses, indios e negros, rendeu a Belmonte uma das culinarias mais ricas da região.
O Guaiamum e o Robalo são os carros chefes de um cardápio variado e saboroso. O Robalo é um peixe muito suculento apreciado por muitos numa Moqueca, num escabeche ou até mesmo frito acompanhado, claro, com vinagrete e pirão. A pesca esportiva desta iguaria é bastante praticada em Belmonte pricipalmente na Barra do Peso. Ja o Guaiamum é caçado e posto pra cevar durante um periodo, depois de gordo é cozido em agua c/ sal e servido, tambem, com vinagrete e pirão.
Ir a Belmonte e não degustar um Guaiamum é uma heresia, comparável à aquele ditado antigo: "É como ir a Roma e não ver o Papa". A abundancia desse crustáceo é tão grande na região que Belmonte ganhou de presente uma estátua imensa dessa espécie, localizada na praia do mar Moreno.
Mas nem só de Guaiamum vive Belmonte, nos restaurantes, bares e cabanas de praia, o visitante se deleita com o que há de melhor na culinária baiana. São exemplos dessas maravilhas: Moquecas de Cação, Arráia, Camarão, Pitú... Caldos de Sururu, Budigão, Vaca atolada... Casquinha de Siri e outras iguarías.

Calendário de Festas de Belmonte:

Janeiro: Ano Novo na praia do mar moreno e pela tarde do dia 1º é realizada uma procissão admirável, no Rio Jequitinhonha, em homenagem a Bom Jesus dos Navegantes e à Iemanjá, a Rainha do Mar no Candomblé. A festa fluvial é feita através de barcos, canoas, batelões, jangadas, caiaques, pôpôpô's onde todos capricham nos enfeites coloridos e criativos c/ fitas, faixas, balões, bandeirolas, e outros espalhafatos do tipo. Dia 20/01 rola festa de São Sebastião. A devoção do santo mártir na Bahia é forte e tradicional. De origem portuguesa, propagou-se mais no Litoral e Extremo Sul, regiões onde as comemorações se caracterizam pela "Puxada do Mastro" - que consiste na retirada de um tronco da mata para ser conduzido e implantado com a Bandeira de São Sebastião em frente à igreja de São Sebastião. Alvorada de fogos, missa solene, procissão, manifestações folclóricas como "Boi-duro","Os Nêgos", " Os netos de Gandhi", e ainda apresentação das Filarmônicas. É a maior tradição cultural desse mês.
Fevereiro: 02/02 Dia em que grupos de Candomblé se reúnem na praia do mar moreno para oferendar Iemanjá pelo seu dia. São diversos os tipos de presentes jogados no mar, dentre eles os mais comuns são flores, perfume, bebida(Vinho,champangne,licor.) e comida(Acarajé, balas, etc.) Curiosidade: Diz a lenda que quem não oferendar a Rainha do Mar nesse dia, perderá alguma coisa no mar um dia. Nesse mesmo mês rolam varias festas promovidas pelos blocos carnavalescos do tipo: gritos, lavagens e outros. Nessa época a cidade está cheia, pois muitos saem de ferias e passam aqui na terrinha matando a saudade curtindo, fazendo e acontecendo. O Carnaval acontece na data do calendário, e tem como atrativo sua decoração temática alem de seus blocos tradicionais como o Rompe-braza, As Piranhas, Os Mandus, etc.
Maio: 23/05 Aniversário da cidade, comemoração com uma festança animada com trio e tudo que ela tem direito.
Junho: Mês em que são celebrados as festas dos santos: São João e São Pedro. É uma festa tradicional desde quando Belmonte era apenas um lugarejo, por isso mantêm-se ainda hoje as características típicas de uma festa roçaliana como a decoração das barracas, o salão de dança em barracão, as comidas (Canjica, Milho assado, Amendoim cozido, Bolo de milho, Aipim, Inhame, Pamonhas, etc.) a musica no estilo forró e os inevitáveis Licores de todos os sabores possíveis. Essa cultura Junina é realizada na praça São João e começa no dia 12/06.
Julho: Temporada de festa Católica em Belmonte. Em 16/07 comemorasse o dia da padroeira da cidade: Nossa Srª. do Carmo com procissões, missas, noites de homenagens, fogos, apresentações de bandas musicais, das filarmônicas:15 de Novembro e Lyra Popular. Geralmente os festejos começam uma semana antes da data oficial, a cidade enche de devotos de Nossa Senhora, visitantes, foliões, comerciantes, estudantes de férias, camelôs, bugigangueiros, barraqueiros, capeteiros e muitos outros... A ornamentação da igreja N.S. do Carmo é a coisa mais linda. Uma das festas mais bonitas da região.

Hino de Belmonte

Letra e Musica: João de Lila

"Belmonte oh! minha terra adorada
Como é lindo o teu céu cor de anil
Os passaros gorgeiam em tuas matas
Teus campos verdejantes a reluzir
Belmonte é a cidade dos encantos
Tuas praias parece que não tem fim
Teu filho se orgulha desta terra
És um belo pedacinho do Brasil

Belmonte mesmo ao longe
O teu filho pensa em ti
Por mais que a distancia nos separe
Não esqueço a cidade onde nasci


Belmonte quando vem raiando o dia
É hora do teu povo ir trabalhar
O rio Jequitinhonha deslizando
Levando tuas águas para o mar
Belmonte é o orgulho da Bahia
Tem côco piaçava e cacau...
Belmonte a tua topografia
Quem criou foi o arquiteto universal."

Informações: Danilo Rocha de Assis

A HISTÓRIA DE BARROLÂNDIA


A sua fundação se deu por mãos do pioneiro Zé Alves.
A vila de barrolândia começou entre os meses de janeiro e junho do ano de 1960; não se sabe o mês e dia exatos,mas tudo se deu com a construção da estrada Itápebi Belmonte também conhecido hoje por BA 275.
Neste período vieram muitos trabalhadores para esta região. Na época existia uma fazenda neste local que se chamava Barro Branco de propriedade de João Mamede. E a mudança de nome para Barrolândia se deu na administração da prefeita Dejanira Reende de Souza.
O primeiro vereador da vila foi o Srº Clementino Pinheiro.
Umas das explicações para população aumentar, foi à chegada das tropas para a construção da estrada e o plantio de Cacau que ainda era a principal economia da região. Em 1992 foi construído o hospital e nos anos seguintes foi implantado o primeiro colégio Clemenceau Teixeira, que funcionou em uma casa de madeira durante alguns anos e só depois de 5 anos foi transferido para uma estrutura de alvenaria.
O primeiro bairro do distrito foi o Bairro Novo, e teve origem através de um loteamento formado por vários sítios de propriedade de Edson Mattos e foi doado por ele mesmo, para os moradores da vila; isso ocorreu no ano de 1984.
O bairro Imbaúba ou Santo António originou-se da desapropriação de uma empresa chamada imbaúba, terras estas que também foram doadas ao povo de barrolândia.
O bairro Iedão veio de terras da Veracel que foram conquistadas e negociadas pelo prefeito Iêdo Elias e doada ao povo Barrolandense e por isso o bairro tem este nome em homenagem ao prefeito.
Falaremos agora das atividades econômicas que impulsionaram o crescimento no Distrito de Barrolândia.
Começaremos pela polêmica piaçava, que gerou muitas riquezas, porém estas não ficaram na vila, indo para o município sede (Belmonte) e depois devido às constantes histórias de furtos, o cultivo foi proibido pela Policia Federal por estar contribuindo para a violência no local. O cacau apesar da praga vassoura de bruxa também gerou muitas riquezas para toda essa região.
Mamão ainda resiste ao tempo e ajuda até hoje na geração de rendas, mas o grande campeão agrícola é mesmo o eucalipto, depois da implantação da fábrica Veracel.
Hoje a empresa é a Maior geradora de empregos diretos e indiretos e também alavancou a geração de reda e priorizou a preservação do meio ambiente, com políticas responsáveis de desenvolvimento e um belo trabalho social junto à comunidade de barrolândia.
Dados estatísticos
Barrolândia hoje possui duas igrejas católicas: a de Nossa senhora das Cabeças, que fica no centro da vila, e a de São João localizada no bairro Novo.
Existem mais 14 igrejas protestantes espalhadas por toda a Barrolândia.
Escolas.
Clemenceau Teixeira
Escola António Carlos Magalhães.
Clemecau I e II
E a escola Infantil Rainha Silva.
Times de futebol.
Barcelona F Clube
Mogi mirim F Clube
Rádio comunitária tangará, Jornal de Barrolândia e www.barrolandianews.com
População estimada em 10 mil habitantes. Barrolândia é o maior colégio eleitoral de Belmonte e também o maior Distrito.
Sabemos que há controvérsias no que tange o surgimento da vila, porém ressaltamos que estas informações são de fontes seguras e idôneas, fontes estas que são parte da história da vila. Para dar maior credibilidade as informações aqui contidas, buscamos informações no departamento de desenvolvimento do estado da Bahia e também no arquivo público de Belmonte, sede do município.





Notícia Postada em 29/07/2010 por: Redação Jornal de Barrolandia

Em quem você vota para prefeito?

ALICE
BEBETO
ERÁCLITO
TATU
JANIVAL

Nenhum registro encontrado!
ITABELA
Trios Avancini e diversas bandas na festa da padroeira
PORTO SEGURO
Inaugurado Posto de Informações Turísticas no aeroporto
CAUSOS DA TERRA
O POLÍTICO E O MATUTO
Por: Heckel Januário
APESAR DAS AUTORIAS DUVIDOSAS
EUNÁPOLIS
Cantora Damares canta e louva para milhares de pessoas
 
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